• Penúltima semana da temporada de Milagre Brasileiro na Casa Amarela

    MB - Raquel Diniz

    Penúltima semana do espetáculo Milagre Brasileiro na Casa Amarela, todas as quintas e sextas-feiras até 02 de junho, às 19 h. Lugares limitados.

    Sinopse
    MILAGRE BRASILEIRO é um espetáculo experimental que aborda os “anos de chumbo” da Ditadura Militar, culminando com a decretação do AI-5. Seu foco é o “desaparecido político”. Sujeito cuja estranha condição, nem morto nem vivo, serve de ponto de partida para a investigação de um dos períodos mais sombrios da história brasileira. A partir da experimentação de novas formas narrativas, e com a execução ao vivo de sua partitura musical, o espetáculo põe em cena a figura mítica de Antígona para dialogar com nossos mortos. Também utiliza como referência o “teatro desagradável” de Nelson Rodrigues e seu “Álbum de Família”.

    Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=6cpESNE8KQE

    SERVIÇO
    Temporada de Milagre Brasileiro na Casa Amarela
    Temporada: 04 de maio a 02 de junho, todas as quintas e sextas.
    Horário: 19h
    Local: Casa Amarela (sede do Coletivo Alfenim). Rua Amaro Coutinho, 163 – Varadouro (paralela à Av. B. Rohan, no sentido Terminal de Integração)
    Ingressos: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia).
    Lugares limitados.

  • MILAGRE BRASILEIRO

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    Milagre Brasileiro (2010) tem como tema os “anos de chumbo” da Ditadura Militar, período marcado pela tortura e pela euforia do crescimento econômico.

    Seu foco é o “desaparecido político”, personagem que assombra o trágico dia-a-dia daqueles, familiares e amigos, que ainda hoje perseveram para obter do Estado Brasileiro uma resposta satisfatória sobre seu paradeiro. Situação que de resto assombra a consciência nacional.

    Personagem emblemática por sua condição extrema, o “desaparecido político” não pode ser incluído na estatística macabra dos mortos em combate, tampouco na lista não menos macabra das vítimas que sobreviveram à barbárie praticada nos porões do regime militar.

    A estranha condição de “existência imaterial”, do sujeito que é subtraído da História, se reflete na dramaturgia do espetáculo, que opta por abrir mão da fábula e de sua tradicional função de conduzir o espectador em meio aos acontecimentos daquele período.

    Dessa forma, o espetáculo põe em cena a figura mítica de Antígona para dialogar com nossos mortos. Sua referência é o “teatro desagradável”, de Nelson Rodrigues, em seu Álbum de Família.

     FICHA TÉCNICA:

    Texto e direção: Márcio Marciano
    Atuação: Adriano Cabral, Lara Torrezan, Mayra Ferreira, Nuriey Castro, Paula
    Coelho, Ricardo Canella, Suellen Brito, Vítor Blam e Zezita Matos
    Pesquisa: Coletivo Alfenim
    Direção de arte e figurinos: Vilmara Georgina
    Direção musical: Mayra Ferreira e Nuriey Castro
    Composições musicais: Wilame A.C. e Coletivo Alfenim
    Cenário e iluminação: Márcio Marciano

     

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